terça-feira, 20 de outubro de 2009

Frank Jorge em Salvador.

Tá difícil escolher os melhores discos da década. Prometi publicar esta semana, mas não vai dar. Primeiro pensei em dez, agora são quinze e mesmo assim não saiu ainda. Quero colocar apenas um album por artista e é aí que tá o problema. Por exemplo, o Wilco, uma das bandas mais significativas da década tem três ótimos albuns: Yankee hotel foxtrot, A ghost is born e Sky blue sky; então fico com minhas dúvidas cruéis, mas nada que possa afundar a ideia de que tanto gosto de fazer.

Essa mania de listas começou quando eu tinha dezesseis anos de idade e costumava ficar trancado no quarto ouvindo música e pensando nas melhores músicas, bandas, discos e capas; vivia corrigindo a listinha assim que conhecia mais bandas e artistas em carreira solo.
Decidi ali por volta de 2002 que as minhas bandas favoritas jamais sairiam da lista da minha vida, são elas: Jesus and Mary Chain, Rolling Stones, Joy Division, Sonic Youth, Echo and the Bunnymen e o Velvet Underground.
Já tentei encaixar várias vezes o Dinosaur Jr., mas não consegui; assim como o Pavement, Tindersticks, The Who, The Smiths, Ramones, Sex pistols, The Cult, Beatles, Television... A lista é grande!
Até montei uma banda imaginária com Peter Hook (New Order) no baixo e Keith Moon (The Who) na bateria. Desisiti por não conseguir escolher o guitarrista. Até que consegui escalar os cantores: Ian McCulloch (Echo and the Bunnymen) e Ian Astbury (The Cult), revezariam na gravação do disco, e para os shows, Mick Jagger e Ozzy Osbourne fariam o revezamento nos palcos.
É, mas nunca consegui escalar os guitarristas, e como banda de rock sem guitarra não é banda, o projeto afundou.
Nos posts desta semana temos uma homenagem a Rimbaud, um video do meu caro Dão e cartaz do Big Bands no final.
Eu vou pro Big Bands Festival porque quero assistir a estreia solo de Messias, conferir a Pastel de Miolos, Nancy Viegas e, claro, Frank Jorge - o cara que lançou um dos melhores discos da década entre o brasileiros na opinião deste ser que vos escreve.
Escrevo depois sobre o Carteira Nacional de Apaixonado, pode cobrar. Frank toca pela primeira vez em Salvador e o On The Rocks não vai perder essa. Até a próxima.
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