quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

John Lennon (09/10/1940-08/12/1980).

exatos trinta anos, um imbecil de nome Mark Chapman disparou vários tiros em frente ao edifício Dakota, Nova York, matando John Lennon, um dos maiores ídolos do rock de todos os tempos.
Eu estava em frente à TV assistindo a reportagem apresentada no jornal Nacional e perguntei ao pessoal que estava na sala quem era o tal britânico e alguém, não lembro quem foi, disse assim: "Ah, é aquele cara que canta nos Beatles!".
Beatles? Nunca tinha ouvido falar naquela banda, muito menos em John Lennon, mas aquele momento ficou registrado e, meses depois, pude ouvi-los através de uma compilação que Baixinho, um amigo do meu ex-padrasto, levou lá em casa.
Tinha Let it be, The ballad of John & Yoko, Something... Ouvia os baladões e tentava cantar junto, pire aí!
Chapman, pessoa vil por excelência, disse na época que matou Lennon porque queria se aparecer. Por que ele não se fantasiou de macaco, ou então de vaca, e ficou andando de bicicleta pelo Central Park? Bem melhor e divertido, não?
Lennon, meu beatle preferido, foi sem dúvida alguma o mais rebelde e extrovertido integrante do quarteto de Liverpool. Fica aqui minha humilde homenagem.
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Meu irmão, em viagem recente a São Paulo, lembrou de mim quando viu este bar no aeroporto de Guarulhos.
Cássio, eu penso em montar o Boteco do Buenas num estilo semelhante ao On The Rocks da foto aí, mas ainda tenho muito chão para andar. Valeu pelo carinho!
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Disco da Semana.
Reverendo T e os Discípulos Descrentes - Pequenos milagres de um santo barroco de barro (2010). Este é o mais novo lançamento de Tony Lopes, o Reverendo T, uma lenda do rock baiano.
Composto basicamente por voz, baixo, piano e bateria, este lançamento veio dar gás à atual cena musical baiana. Cercado de talentosos artistas locais, o disco tem um clima à la Cohen e Lloyd Cole com pitada de vanguarda paulistana, aqui, graças à sensibilidade de Wandinho (Wandex) nos arranjos e produção.
As dez primeiras canções são cantadas pelo próprio Reverendo T, e em seguida, estas mesmas canções ganham novas interpretações que ficaram a cargo de seus convidados. Gosto muito de ouvir Arthur Ribeiro cantar Esse Amor, a única que o Reverendo não canta; Ronei Jorge acertou em cheio com Maluca, e Nancyta melhorou ainda mais Os Bêbados - o hit do disco.
Tony está cantando melhor do que em outros tempos e, com a sensibilidade e talento de todos os participantes, mostrou que Pequenos milagres de um santo barroco de barro está pronto para entrar na lista dos melhores do ano.
Ouça aqui: www.myspace.com/reverendot. Até a próxima.
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