terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Emergência, uma poesia de Mário Quintana.


Quem faz um poema abre uma janela.
Respira, tu que está numa cela
abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
- para que possas profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

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Ando afastado do computer que Liquinho me emprestou por motivos técnicos. Logo, logo estarei em companhia dessa máquina que não pode faltar em meu lar, principalmente agora. Sem computer por perto sinto-me fora do universo. Longe de elos que me dizem muito. Amigos, blogueiros, ídolos, inclusive, me fazem muito bem quando entram em contato comigo através dessa máquina imprescindível para minha existência.

Estou com muitas ideias sem poder colocá-las em prática. Tenho um poema lindo na mente que não sai no papel - sempre tive dificuldades para escrever de mão em punho. O meu negócio é com o teclado mesmo.

Caro leitor, tenha paciência comigo. Voltarei a dar-lhes dicas musicais e literárias assim que as coisas se resolverem por aqui. Escrevo agora de um cyber café contra o tempo. E quer saber? Odeio escrever em cybers.

Bem, agora vou no TAZ curtir a discotecagem do meu caro Sérgio Cebola. O cara é um dos meus. Sei que vai valer a pena rever amigos e bater um papo ao som daquele menino, um tal de rock and roll.

Lembrei-me agora do gênio da lâmpada da história de Alladin: "O tempo está acabando..." Até a próxima.
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