sexta-feira, 13 de julho de 2012

13 de julho, dia do rock e de Lico.

(Sex Pistols).

Esses caras meteram o pé na fechadura sem pena. Barbarizaram na terra da rainha deixando farpas de rebeldia, agonia e insatisfação, e saíram ileso; ou quase. Não foram poucas as vezes que Johnny Rotten apanhou nas ruas de Londres antes de se mudar para Nova York.

Fizeram tudo que tiveram direito. Debocharam das autoridades competentes e abalaram as estruturas com seu grito de dor e revolta reverberando por todo planeta.

Nunca uma banda tocou com tanta urgência e fúria. Felizmente, sobreviveram para contar história. 

Está sendo lançado neste semestre uma edição comemorativa do antológico Never mind the bollocks, here's The Sex Pistols. Adoro Deluxe Edition.

E por falar em edição comemorativa, tenho ouvido bastante o Slider, do T. Rex, que comprei quando era vendedor de discos -- um dos poucos que trouxe na bagagem. Adoro o cd bônus com o disco sendo tocado na versão acústica. É simplesmente arrepiante ouvir Main man e Ballrooms of Mars com Marc Bolan nos presenteando com emoção e rara beleza -- pretendo escrever em breve sobre o Slider e postar na seção Obra-Prima, merecidamente.

Dia do Rock é todo dia, eu sei. Esta pequena homenagem que estou fazendo ao menino traquino é, apenas, mais um motivo para a gente brindar e celebrar, também, mais um aniversário de Lico, meu filho. Vida longa ao meu guri do rock que está completando catorze anos de idade. Grande abraço, Liquinho!

Até a próxima.

P.S.: Hoje, eu acordei com a maior vontade de ouvir a minha banda punk preferida, ao lado dos Stooges de Iggy Pop, é claro.
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