segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Debbie.


Escrevi esse texto no Facebook e meus amigos gostaram muito. Então, achei que devia trazer pra vocês lerem. É legal. Bem, espero que você goste.

Debbie,

Não sou de visitar a página de ninguém no Facebook, exceto dos mais chegados, mas saiba que vejo suas fotos todos os dias. Acredite: eu entro em sua página todos os dias pra admirar suas fotos. Curti uma. Comentei, até, mas você nem "tchum". Para mim, você é a mais bela de todas -- e olhe que o que mais tem na minha página são mulheres lindas; não à toa, um dos motivos para stress com minhas ex-namoradas. Me arrependo da gente não ter ficado naquela noite na Merça. Deveria ter investido. Seu olhar não me sai da cabeça. A pronúncia do seu nome e essa bela e sedutora voz, também. Hoje, restou suas fotos, nossa amizade e o seu cheiro.

Um beijo nesse sinalzinho,

Buenas.

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Por que tem sempre que doer?

Para Beatrice Dalle.

Tarde de segunda-feira estranha. Muito estranha. Assisti ontem à noite ao On The Road e devo dizer que é um filme sem paixão. O diretor foi fiel à narração e os atores estão bem, mas não empolga. Não mexeu comigo. Saí do cinema o mesmo. Conversei com Marião Bortolotto sobre o filme no Parlapatões e ele concordou comigo. Disse também que o Neal Cassady é louco e selvagem, diferente do perfil dado pelo ator. Um Cassady melancólico. Trabalho de diretor, enfim. Bebemos e ficamos por lá em companhia de outros brothers.

A salvação da noite foi a Beatrice Dalle, apelido que um brother deu à mulher que mudou a minha noite. Para ela ofereço Preciso ficar nu pra chamar sua atenção da dupla Roberto e Erasmo. Nada vai mudar, eu sei. Eu bem sei. Nada acontece do jeito que planejo. Ela vai ler esse texto. Vai ouvir, talvez, esta canção, mas nada vai acontecer.

Pô, eu quero tão pouco da vida e nem esse pouco eu tenho. É foda.

Vou escovar os dentes e tomar café. Até quando meu Deus?
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