sábado, 29 de setembro de 2012

Cinquenta anos do Marião Bortolotto.



Hoje é o aniversário do Marião Bortolotto. Cinquenta anos. Cinquenta anos de estripulias, de ideias que fazem estremecer até mesmo o mais perverso que habita o nosso inferno. Foi na porta do Damis que eu o conheci pessoalmente no ano passado quando aqui cheguei a passeio. Fiquei um fim de semana antes de seguir para a casa de minha mãe em Paranaguá. Tinha muita gente pra conhecer. O tempo era curto, então eu escolhi esse pouco tempo para conhecer o Marião. Cheguei e ele me reconheceu na hora - é que fazia um tempinho que a gente vinha se falando pela blogosfera e no Facebook. Na minha mão esquerda, um exemplar do livro DJ Canções para ouvir no inferno. Ele autografou: "Para o meu amigo Tarcísio Buenas, que no seu inferno não tenha axé". Então, eu disse "Sempre o axé". "Claro, se tu é baiano", retrucou. Brindamos. Mal sabíamos que aquele seria o primeiro de uma série que parece não acabar mais. Hoje é um dia especial. Especial porque ele tá fazendo cinquenta anos. Tenho certeza que o bar vai bombar. Vai bombar porque o cara merece. Merece a nossa presença em vê-lo realizar o sonho de cantar somente as canções do rei. Mário Bortolotto, um cara que sabe entrar e sair de qualquer lugar; sempre com sua elegância, paciência e a brodagem de sempre. Aprendi muito com ele. Com ele aprendi a ser paciente. A bater com luva de pelica. A de saber entrar e sair em qualquer lugar sem se esbarrar nas pessoas.

Parabéns, Marião. Que as letras continuem circulando livres em suas veias. E, por favor, continue andando pelo mesmo lado da calçada. Não atravesse.

Grande abraço,

Buenas.
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