segunda-feira, 17 de setembro de 2012

À procura de uma camiseta do Iggy Pop.


Hoje à tarde, fui no correio postar o novo disco da Saco de Ratos pra minha amiga Michele que mora em Salvador. Chegando lá, me lembrei que tinha esquecido o disco em cima da cama. Ri de mim mesmo e saí à procura de uma camiseta do Iggy Pop na Galeria do Rock. Pô, entrei em várias lojas e não a encontrei. Aliás, somente uma, dos Stooges, preta, com uma estampa do iguana no palco, mas não tinha meu número. Uso P, às vezes, M. Sou magrinho. Você, meu amigo/amiga virtual, não sabe disso. Sou bem magrinho. Meu jeans samba no meu corpo. Não posso andar sem meu cinto porque corro o risco dele cair e me deixar na mão. Acontece que eu voltei pra casa sem minha camiseta. Ainda detonado de ontem, peguei A última casa do ópio de Nick Tosches, livro que comprei na Merça, e dei uma lida. É forte. Nick Tosches foi um jornalista rocker como não se faz mais (do calibre de Lester Bangs e Hunter S. Thompson). Não é impactante pra quem já leu Trópico de Câncer, mas é forte e isso me diz muito.

Quase esqueço de uma coisa: na primeira loja que entrei, perguntei se tinha a tal camiseta e o cara que estava no balcão disse "Não". "E do Lou Reed, você tem?". Então, ele veio com essa: "De gente diferente eu só tenho Zappa e Dylan". Ser diferente é foda.

Até a próxima.

P.S.: Esta crônica foi postada no Facebook, assim como as últimas postagens que fiz aqui.
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