terça-feira, 30 de abril de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Cinco anos de On The Rocks.

(foto by Jan Balanco).

Cinco anos de música, literatura, cinema, poemas, contos, prosa e muito mais. Boas amizades foram feitas, namoros começaram e terminaram neste blog que diz muito do que sou. Ele tá completando cinco anos hoje após uma viagem pela Europa que não deu certo. Pra não pirar de vez, montei este meio de comunicação para interagir com o mundo. Confesso que tô com preguiça pra contar mais uma vez detalhes dessa viagem -- é que tem horas que cansa. O que não cansa, e espero que isso não aconteça, é escrever e interagir com os meus amigos e leitores. Agora eu vou brindar com Jane Birkin essa data tão importante para mim. Tin tin.

Acordei com essa música na cabeça: http://www.youtube.com/watch?v=DFVAoIU8vTM

Até a próxima.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Meus textos na Mallarmargens.


Dois textos meus foram publicados na revista de poesia e arte contemporânea Mallarmargens. 

Quero agradecer a toda turma, especialmente à poeta Adriana Zapparoli pela publicação.

Acesse: http://www.mallarmargens.com/2013/04/para-uma-musa-nao-muito-distante-daqui.html

Até a próxima.

terça-feira, 16 de abril de 2013

A maternidade que você nasceu...


A maternidade que você nasceu tá pegando fogo e você não é capaz de fazer nada. Você não é capaz de nada. É fraco e vive dando satisfações mesmo quando ninguém quer saber. Quase ninguém quer. Mesmo assim você dá. Pare de se preocupar em sair do armário - seus amigos vão gostar de te ver assim. Sem conflitos, você estenderá os braços com um largo sorriso estampado na cara, se permitirá e deixará a caravana passar com bichinhos de pelúcia pelo caminho. Nadar contra a maré só vai te cansar. Te enfraquecer. Existem os remos e eles te farão sorrir mesmo que você não queira. Mesmo que o fardo continue pesando.

sábado, 13 de abril de 2013

Dez canções de Lou Reed para a madrugada (em ordem cronológica).



1) Walk on the wild side - Transformer (1972);
2) Caroline says II - Berlin (1973);
3) Kill your sons - Sally can't dance (1974);
4) Coney island baby - Coney island baby (1976);
5) My house - Blue mask (1982);
6) Legendary hearts - Legendary hearts (1983);
7) Dirty boulevard - New York (1989);
8) Dime store mystery - New York (1989); 
9) Hello it's me - Songs for Drella (1990);
10) Harry's circumcision - Magic and loss (1992).

Até a próxima.

sábado, 6 de abril de 2013

Da série Melhores Discos da Minha Coleção.


Hoje uma das bandas que mais gosto vai protagonizar sem dúvida alguma um dos melhores momentos do ano. Sinto muito não poder ir (tô fora de SP com um aperto no peito que só eu mesmo pra saber). Essa dor que me maltrata agora tem um alento. Apenas um: é que eu assisti Bob Smith e companhia no último Hollywood Rock em 1996 no Rio de Janeiro. Lembro com detalhes daquela noite. Eu tava com uma camiseta preta do Joy Division bem na frente do palco cercado por belas garotas e elas simplesmente não me diziam nada no momento em que a lenda encarava todos que ali estavam com seus olhos enormes e eu devo dizer que fiquei sem graça quando ele ficou parado em minha frente sem tirar os olhos de mim. Pô, tentei não perceber o momento olhando para os lados. Retornava o olhar para o palco e ele continuava me olhando. Dizem que é de bons momentos que a vida da gente deve ser. Eu tenho os meus e esse show do Cure com duração de mais de três horas entrou pra minha história; uma historinha, é verdade, mas é a minha história. 

Bob, a turma tá te esperando.

Até a próxima.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Toda época tem o escritor em evidência que merece.



"Quero morar numa cidade onde se sonha com chuva. Num mundo onde chover é a maior felicidade. E onde todos chovemos".

Mia Couto. 

Caro Mia, deixa eu te ajudar: vá para o nordeste (do Brasil), escolhe uma cidade que não chove há muitos anos e fica lá com o povo passando fome e necessidade e, claro, sonhando com a chuva - é que lá o que o povo mais faz é sonhar com a chuva. Então, quando chover, e eu ficarei torcendo por você e por toda a turma, você chove junto com eles completando esses versos tão poéticos.

É que toda época tem o escritor em evidência que merece.

Até a próxima.