sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Sinatra é Deus.


No mundo da música só existe um Deus. E este chama-se: Frank Sinatra. Deus, este ser onipresente, costuma ser o nome dos ídolos de muitos dos meus amigos. Tem até amigo sendo chamado de Deus. Mas no meu mundo, que é de um autista por opção, Sinatra é um ser supremo. Pra falar a verdade, eu nem sei muito sobre sua vida. Suas manias, vícios e costumes -- coisas desse tipo. Simplesmente sinto um troço estranho quando ouço sua impecável voz em um estilo único de cantar. Sublime é a palavra. Voz e estilo. Admirável. Devo está ganhando no Natal a sua biografia. De posse do livro, vou adentrar o universo desse cara que admiro há muitos anos. Sinatra me faz lembrar Nelson Gonçalves e das manhãs em que meu avós o ouviam sentados em suas confortáveis poltronas antes do almoço. Naquele tempo, os casais ouviam músicas juntos e se dedicavam muito ao outro. Ao contrário dos dias que escorrem.

Em 2008, em um dos meus primeiros posts no blog La Verga Del Buenas, escrevi um texto e ilustrei o post com a capa do ótimo In the wee small hours, disco este que está a caminho da minha coleção em uma edição remasterizada.

Cada um tem o seu Deus. Discutir este assunto é o mesmo que discutir religião; ou seja, não dá em nada. Talvez, em inimizades. Como no futebol. Ou política, até. O fim.

O meu In the wee small hours está a caminho. A biografia, também (assim espero). E o meus Deus é único. Este chama-se: Frank Sinatra.

Até a próxima.
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