quarta-feira, 30 de abril de 2014

cana na mesa de tapete verde.


Este texto foi postado na revista literária Mallarmargens no início deste ano. Trago agora pra cá.

cana na mesa de tapete verde.

de improviso. sob lágrimas entre suas pernas branquinhas e seu beijo com sabor de cana na mesa de tapete verde. olhar tristonho. incrível acreditar que o melhor momento do ano tenha sido assim: no fim (em meio ao cansaço). sem querer acreditar que não sou mais o mesmo. e querer lutar contra isto será em vão. o melhor é: paciência. as coisas vão. between planets bem alto tentando expulsar os demônios. diferente de lá: aos sussurros. (silêncio). brincadeiras. e aquela sensação de querer tentar melhorar as coisas. e tem que acontecer de novo (bem no fim). insuportável sensação. bem no fim. e mesmo sem saber onde isso vai parar: o texto. e você sem querer escrever, mas resta esta necessidade insuportável de teclar. e, pior: mostrar. "em sigilo é melhor, Buenas" -- um taurino com lua em leão não vai entender. será em vão. sensação semelhante só quando escrevi pra Blue Angel o meu primeiro poema de amor. ou seja: ferrou. agora, ferrou.

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