domingo, 13 de julho de 2014

Trilha do dia: Kiss.


(Capa do primeiro álbum do Kiss).
 
"Se você passar por alguém vestindo uma camiseta do Kiss, pode cumprimentar que é gente fina". É mais ou menos assim que o senhor André Barcinski encerra o texto sobre Destroyer, clássico álbum dos mascarados que tocaram pela primeira no Brasil em 1982 no Maracanã. Eu me lembro desse show. Lembro do impacto do visual. Passou na televisão. Era um sábado. De tarde. Acho. Então, na seção Discoteca Básica da Bizz, Barcinski mandou essa. E deve ser verdade mesmo. É que todo mundo que eu conheço que tem uma camiseta do Kiss é gente fina. Meu amigo Sugar é um dos caras mais legais que eu conheço em SP. O Sugar é gente fina. Garanto (ele tem uma camiseta do Kiss). E deve ser a força do som que atrae gente como ele. Talvez seja. O Kiss não brinca em serviço. Ouço há muitos anos. E me pego pensando "Por que eu não tenho uma camiseta da banda?" - é que dizem que eu sou gente fina. Então eu vou comprar uma pra fazer jus ao que disse o Barcinski. Colecionar camisetas com estampas de bandas é comigo mesmo. Devo ter umas trinta. Nunca contei. Mas deve ser umas trinta mesmo. As últimas foram: uma do Lester Bangs, jornalista e escritor rocker por excelência, uma do Motorhead e outra do Morphine. A do Husker Dü tá na mira. E a do Dr. Feelgood, também.

Comecei a escrever este texto porque me lembrei do Kiss e me deu vontade de ouvi-los. O Kiss é umas das bandas mais legais que eu conheço. A sensação que me dá toda vez que ouço um disco deles, é que eles vieram ao mundo com o intuito de divertir a moçada. De fazer muita gente sorrir por aí sem motivo aparente. De comemorar e brindar a vida.
 
 
Até a próxima.
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